Diásporas

A trajetória de Conceição Evaristo é marcada por mudanças, movimentos. Eco contundente e poético de um deslocamento coletivo – a diáspora africana –, sua obra também é resultado de uma série de travessias individuais. Quando se mudou de Minas Gerais para o Rio de Janeiro, em 1973, ela de fato começou a construir sua carreira: a leitora se tornou escritora, a estudante ocupou o lugar da professora.

A transferência para a capital fluminense ainda abriu caminho para que Conceição atravessasse outra fronteira: foi lá que a filha de Joana Josefina Evaristo Vitorino virou a mãe de Ainá Evaristo de Brito.

Atualmente, Conceição e sua filha vivem em Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

foto: Richner Allan

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DIÁSPORAS

Conceição Evaristo comenta o período de adaptação no Rio de Janeiro, seu relacionamento com Oswaldo Santos de Brito e o nascimento de sua única filha, Ainá Evaristo de Brito. No vídeo, falam também Silvano Clarindo Fidelis e Angela Bispo, ambos professores e amigos com quem a autora chegou a dividir moradia antes do casamento com Oswaldo.

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Quando já morava no Rio de Janeiro, Conceição Evaristo conheceu Oswaldo Santos de Brito. O relacionamento começou em 1976 e durou até a morte do marido, em dezembro de 1989

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MILITÂNCIA E OBRA

Amauri Mendes, ex-presidente do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras (IPCN), fala sobre a militância contra o racismo e sobre a importância da obra de Conceição Evaristo nesse cenário.